Atendimento Prioritário
"Sérgio Cabral costumava dizer que quando Tom
Jobim abria o piano, para realizar seu trabalho, o mundo ficava melhor. E ainda hoje fica.
Quem dera cada um de nós, psicanalistas, professores, administradores, profissionais de todos os ofícios, pudéssemos dizer o mesmo, que no momento em que
abrimos a porta do consultório, quando damos uma aula, quando realizamos nosso
trabalho, o mundo fica melhor."
O trabalho ocupa um papel central no cotidiano, na vida humana. Trabalhar, está atrelado ao desenvolvimento de uma identidade (dentre muitas), oferece destinos a variadas pulsões, confere sensação de pertencimento e oportuniza o fomento de fundamentais laços fraternos, de amizade e camaradagem, expressões do anseio de construção coletiva. Seja em nome de uma marca, empresa, seja em direção a transformação social, melhoria das condições objetivas de vida. Entretanto, o mesmo trabalho, pode ser fonte de sofrimento - precarização dos laços trabalhistas, assédio moral, assédio sexual, sobrecarga, pressões por produção e alto desempenho, estímulo a competitividade que corrói os laços fraternos, e por fim, a desumanização e a mecanização, do corpo, do pensamento (CONCOLATTO; OLTRAMARI, 2016, p.1).
Diante deste fenômeno e dos tensionamentos entre capital e trabalho, a organização sindical e os movimentos populares, ao lutarem pelo fortalecimento dos direitos trabalhistas, emergem como alternativa essencial no impulsionamento de transformações importantes, proteção dos assalariados e promoção da solidariedade de classe.
Além disto, há aqueles que lutam pela superação do atual sistema de produção, no qual a alienação do trabalho - hiância entre o trabalhador e o fruto de sua produção - deve ser superada, abrindo espaço a uma sociedade, em que os que executam sua prática laboral, o farão, como expressão do seu potencial humano.
Os desafios enfrentados pelos trabalhadores brasileiros, que veem, ano após ano, o sucateamento dos serviços essenciais, assegurados pela constituição federal, como saúde, educação, cultura e lazer, tem sido difícil. Além do aprofundamento de uma política neoliberal, em que a austeridade fiscal e o "enxugamento" dos gastos sociais, surgem como um ideal sublime, com consequências reais e concretas as camadas populares, que sentem na pele os ataques que o atual modelo político lhes infringe. Como se não bastasse, o mesmo estado que deveria oferecer o bem estar a massa inúmera de desafortunados, opera, contra ela, medidas que na prática drenam, os investimentos públicos aos setores privados mais abastados da sociedade, via juros da dívida pública e todos os demais compromissos "fiscais", com aparência de legalidade.
Sensível a esta conjuntura, coloco à disposição momentos de escuta com um valor acessível a todos aqueles que estejam vinculados a um sindicato e/ou movimento popular.
Aos que demonstrarem interesse por este serviço, entrem em contato pelo número disponível na Bio.
Estarei prontamente disponível a atendê-los.
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