Náusea
O mar me fala teu nome,
mas eu não quero ouvir.
As lembranças, como o vento,
me envolvem, sem pedir licença.
Teu nome, repetido mil vezes
pelas mil ondas que quebram na areia.
As recordações, que surgem e ressurgem,
ruminando e regurgitando,
vezes após vez.
Náusea.
O balanço das correntes
me joga para o passado,
e o passado
me lembra de ti.
Como sinto tua ausência!
A ausência do teu amor
quebrou-me,
como as ondas
mas eu não quero ouvir.
As lembranças, como o vento,
me envolvem, sem pedir licença.
Teu nome, repetido mil vezes
pelas mil ondas que quebram na areia.
As recordações, que surgem e ressurgem,
ruminando e regurgitando,
vezes após vez.
Náusea.
O balanço das correntes
me joga para o passado,
e o passado
me lembra de ti.
Como sinto tua ausência!
A ausência do teu amor
quebrou-me,
como as ondas
quando correm
para o lado oposto do mar.
Eu aqui, com a abundância das águas,
o fascínio das belas vistas,
e a saudade
que me machuca
a cada onda do mar
que me fala teu nome.
Eu aqui, com a abundância das águas,
o fascínio das belas vistas,
e a saudade
que me machuca
a cada onda do mar
que me fala teu nome.
(Março, 2026)
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| Registro - Clark Little |





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